| Insulina inalável |
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Aguarde! A idéia é antiga e os primeiros testes datam de meados de 1925. Substituta ou parceira da injeção subcutânea, a insulina inalada, vem demonstrando resultados animadores. Não se trata de uma nova substância, mas sim de uma nova forma de administração de insulina, ainda em fase de estudo, mas que poderá beneficiar a vida de muitas pessoas com Diabetes. O paciente leva para sua casa um inalador de insulina. A insulina, em comprimido, é introduzida na base do inalador. Um dispositivo estoura a comprimidos, formando uma nuvem dentro da câmara de inalação. Esta nuvem de infusão deve ser aspirada por cerca de cinco segundos a partir de um bocal plástico. Recomenda-se que o paciente repita a operação três vezes ao dia, antes das principais refeições. Segundo estudos preliminares, a eficiência da insulina por inalação é a mesma da insulina injetável, tendo a vantagem de o paciente não precisar se submeter às agulhas de aplicação. |
| BOMBA DE INSULINA |
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Como funciona o SIC (Bomba de Insulina)
Como usar
O produto é indicado para quem tem diabetes tipo 1, e promete um melhor controle nos níveis de glicemia, além de mais liberdade no que se refere aos horários e às refeições. “O indivíduo precisa, antes de tudo, admitir que tem diabetes e encarar isso de forma tranqüila. Ele deve estar disposto a modificar sua dieta, aprender a fazer contagem de carboidratos e usar um aparelho preso junto ao corpo 24 horas por dia”, destaca Leão Zagury, endocrinologista e presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes – SBD. Em razão de tantos cuidados, quando se opta por utilizar o aparelho, o indivíduo passa por um processo de educação em diabetes, orientado pelo seu médico. “A pessoa vai precisar aprender a fazer a contagem dos carboidratos, também precisará entender como a insulina funciona no corpo e tudo o que é necessário fazer para conseguir mais qualidade de vida. Acredito que quando se opta pelo tratamento, além de um controle maior do diabetes adquire-se maior consciência sobre o assunto. É uma melhora de vida em todos os sentidos”, constata Karla Melo, endocrinologista da equipe de Diabetes do Hospital das Clínicas.
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